Mergulhos de exploração de ponta na gruta de Moinhos Velhos, Mira de Aire
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Mergulho mais distante desde a entrada de uma gruta alguma vez realizado em Portugal
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À Secção de Mergulho compete desenvolver as actividades de exploração subaquática em grutas.
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Mergulho mais distante desde a entrada de uma gruta alguma vez realizado em Portugal
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C Este ano os trabalhos decorreram entre 22 e 30 de Setembro com a participação de sete mergulhadores não apenas portugueses mas também espanhóis, belgas e noruegueses. |
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Dando continuidade aos trabalhos de exploração, topografia e estudo que a SPE realiza nas nascentes e grutas submersas do Maciço Calcário Estremenho, retmou-se em Julho a campanha 2012 de trabalhos na nascente do Rio Alviela. Com base no Centro de Apoio à Espeleologia do Covão do Feto - SPECOFET, a equipa de espeleo-mergulhadores da SPE realizou vários mergulhos de preparação, topografia e exploração. A visibilidade continua a melhorar desde os primeiros mergulhos em Junho, tendo-se registado cerca de 15m nos últimos mergulhos em meados de Julho. A linha (fio de ariana) encontra-se em boas condições até aos -90m (na galeria I), onde realizámos levantamento topográfico deste seção da gruta. |
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A SPE retoma os trabalhos de exploração da Nascente dos Olhos de Água do Alviela. Os primeiros 3 dias foram passados a transportar material para a gruta, a preparar equipamento e na realização de 2 mergulhos de “set-up” para colocação de garrafas de segurança e descompressão em lugares estratégicos.
Encontrámos uma visibilidade semelhante à de 2011 na mesma altura, que embora não se preste à captação de imagens, é suficiente para os trabalhos de exploração e topografia que temos como objetivo.
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| De 10 a 16 de Junho a SPE promoveu mais uma campanha de exploração na nascente do Alviela com o objectivo de verificar a existência e possível exploração, em direcção a Sul, da galeria descoberta por Barnabé Moulin e Martin Burgui em 2009. Os fortes caudais que se sentiram durante o inverno passado obrigaram a repor o fio de Ariana, que se partiu em múltiplos pontos, mas provocaram igualmente uma visibilidade muito reduzida. No último dia registou-se cerca de 5 metros de visibilidade aos -90 metros. | ![]() |
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Foi no início de Julho de 2010 que principiámos os trabalhos neste sistema espeleológico. O grande volume de água que ficou retido até muito tarde nas galerias e a necessidade de resolver alguns aspectos técnicos dificultaram bastante as primeiras tentativas para bombear os sifões e abrir caminho normal à progressão. Percebeu-se que só se conseguiria um bom ano de exploração na gruta da Contenda e que a continuação da exploração de ponta na gruta de Moinhos Velhos só seria possível se as chuvas de Outono começassem muito tarde, de modo a permitir a abertura do sifão final da Galeria da Falha. |
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Os trabalhos de exploração e topografia da Gruta da Nascente do Alviela foram retomados em Junho de 2010, e não estando ainda a época terminada, é contudo oportuno fazer neste momento, um breve ponto de situação dos trabalhos realizados e objectivos conseguidos. Em Junho a Secção de Mergulho da SPE organizou uma campanha de 4 dias com o objectivo de topografar a zona que dá acesso à chaminé nova, descoberta por Martin Burgui em 2009. As chuvas de Abril e Maio obrigaram a alterar as datas inicialmente previstas para o arranque da época em Alviela, mas conseguiu-se reunir 9 mergulhadores e 3 elementos de apoio entre os dias 10 e 13 de Junho. Foi uma excelente oportunidade de introduzir Alviela a 5 recém-formados espeleo-mergulhadores, que terminaram a sua formação GUE Cave-1 umas semanas antes. Foram realizadas 4 imersões de topografia cobrindo as zonas D e H do sistema, e topografados mais 103m de galerias a uma profundidade média de 45m. Em Agosto a SPE organizou nova campanha com o Barnabé Moulin para exploração da nova galeria profunda descoberta em 2009 por Martin Burgui e o próprio. Foram ligadas as duas galerias profundas (G e H no mapa sectorial) a uma profundidade de -134m. Entretanto a Secção de Mergulho da SPE terminou a sua ambientação e treino nos recicladores (rebreathers) e as últimas imersões no Alviela já foram realizadas em circuito fechado com o auxílio destes aparelhos. As vantagens e benefícios (menor logística, maiores tempos de fundo, possibilidade de incursões a maiores profundidades) trazem um preço: as exposições cada vez mais longas (5+ horas) irão obrigar a rever soluções de acesso, plataforma e habitat para descompressão. Em Outubro serão retomados os trabalhos de topografia da nova galeria H e exploração de novas galerias neste sector. |
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